Vou ser pai ... e agora?

Vou ser pai ... e agora?
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Vai ser papá e invadem-lhe todo o tipo de sentimentos estranhos e contraditórios, dúvidas e até medos. Não se preocupe, não é o único. Estes são os medos mais frequentes dos futuros papás.

Vai ser papá e invadem-lhe todo o tipo de sentimentos estranhos e contraditórios, dúvidas e até medos. Não se preocupe, não é o único. Estes são os medos mais frequentes dos futuros papás.

A paternidade

Muitos homens sentem-se papás desde o preciso momento em que sabem da gravidez, outros têm que esperar para ver o bebé nos seus braços e outros demoram alguns meses depois do nascimento da criança para se sentirem pais. Há futuros papás que colocam, de forma fugaz e interiormente, uma pergunta; Serei realmente eu o pai?

Pergunta que, por outro lado, se é feita por algum amigo, ofende-os profundamente. Deve-se encarar esta reacção desde um ponto de vista emocional, não racional. São muitos os sentimentos que se começam a misturar perante a notícia de serem pais: estes momentos de confusão são normais.

O adeus definitivo à sua adolescência

Os homens precisam da sua dose de atenção e de carinho diário. Dose que, evidentemente, diminuirá com a chegada do bebé. Em alguns casos, o futuro papá, vê o seu filho como um pequeno “rival” com quem terá que partilhar os cuidados da sua mulher. O papá deixa de ser a criança mimada ou o adolescente. Chega uma etapa nova, maravilhosa, mas cheia de responsabilidades que pesam sobre os seus ombros.

Medos económicos

Ser pai depois dos 40 anos

Ser pai depois dos 40 anos

Diversos motivos (biológicos, laborais, pessoais) podem fazer com que tenha um filho já depois dos 40 anos, uma idade que pode ser considerada tardia para se ter uma criança. Para Juan Pedro Valencia, psicólogo espanhol, as dificuldades que podem surgir pela diferença geracional entre ambos são compensadas pela tranquilidade, pela maior informação, pela paciência e pelo carinho que um pai mais velho pode proporcionar ao seu filho, facilitando certas vantagens na sua educação.

 

Outro dos medos que enfrenta o homem durante a gravidez da sua mulher tem a ver com o impacto que representará a chegada do bebé à economia familiar. É claro que um filho implica muitas despesas, mas não se preocupe, tudo é questão de apertar um pouco o cinto, ou adiar determinados caprichos. Com as satisfações que lhe dará o seu bebé ao chegar, compreenderá que esses pequenos sacrifícios valem a pena.

O ginecologista, o obstetra, as aulas de preparação para o parto…

A maioria dos homens não está habituada ao ambiente destes “lugares para mulheres”, onde se sentem deslocados e inibidos. De forma geral, os homens não conhecem – ou preferem não conhecer - com certa profundidade o sistema reprodutivo da mulher. Mas é importante ter em conta que a futura mamã está a passar por um momento no qual precisa de todo o seu apoio e ajuda.

“A minha mulher vai ficar gorda e pouco desejável”

É normal que tema a transformação física da sua mulher, mas tente compreender que também não é fácil aumentar uns vinte quilos, ter náuseas de manhã e os pés permanentemente inchados. Mesmo que já não sinta por ela a atracção sexual de antes, tenha em conta que este também é um dos seus medos, e a única pessoa que a pode tranquilizar, subir a moral e reconfortar é você.

As relações de casal

Durante o período de gestação, as hormonas da grávida sofre todo o tipo de mudanças que afectam o seu carácter e o seu estado de ânimo. Por isso é normal que passe por momentos nos quais não consiga entender o seu comportamento, especialmente em relação a si. A força interior que tem a grávida mistura-se com uma certa debilidade emocional, por isso, podem haver dias nos quais uma simples palavra ou brincadeira a afectem até pontos incalculáveis.

Também o futuro das relações sexuais do casal durante este período é uma questão que colocam a maioria dos futuros papás, magoaram o feto ou a mãe? Perante uma gravidez que se desenvolve com normalidade, recomenda-se continuar a manter relações sexuais, mas cada grávida é um mundo. Umas sentem-se mais activas sexualmente, enquanto outras podem chegar a perder quase completamente o interesse pelo sexo. Se a posição da sua mulher perante este tema não é a que gostaria, tenha paciência, voltará a ser a de sempre dentro de alguns meses.

Rompeu águas! Mas, por onde é que se ia para o hospital?

Parece um medo absurdo, mas é real. Muitos papás acham que quando chegue o momento de levar a sua mulher para o hospital vão acontecer todo o tipo de desastres. Mas calma, se se esquece do caminho, a sua mulher encarregar-se-á de o recordar, a gritos!

 


 


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