A importância da água num lactente

A importância da água num lactente
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A água é a substância mais abundante no corpo humano. Para além disso, também é essencial pois os processos metabólicos ocorrem no meio aquoso.

Embora a importância deste elemento seja suficientemente conhecida por todos, não nos deve passar ao lado as necessidades concretas dos bebés. Os lactentes devem ser considerados de forma especial no que diz respeito às perdas e requerimentos de água.

Um lactente saudável perde, em proporção do seu peso corporal, mais líquidos que um adulto. A isto junta-se o facto de o seu sistema renal ainda não estar totalmente amadurecido. De acordo com os especialistas, os bebés não são capazes de concentrarem a urina da mesma forma que os adultos, uma vez que para eliminarem a mesma quantidade de impurezas necessitam de eliminar mais líquidos (o que contribui para uma maior desidratação). Por isso, e para manter um equilíbrio, o ideal é que um bebé ingira o líquido equivalente a 15% do seu peso corporal.

A água e o biberão

Os recém-nascidos alimentados com leite materno não necessitam de um extra de líquidos, pois o leite da mãe cobre os líquidos que o bebé necessita. Já os bebés alimentados com leite não materno necessitam de uma correcta preparação dos biberões de leite adaptado, dado que se estão demasiado concentrados não estão a fornecer a quantidade de líquidos necessária.

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Dar peito, para as mulheres que são mães pela primeira vez, é um grande mistério difícil de enfrentar, para além disso, se não o souber fazer correctamente vai pensar que o bebé não está a ser alimentado adequadamente. Saber qual é a melhor posição, a quantidade, o que deve comer ou não, o que fazer quando voltar ao trabalho … são muitas as inquietações que rodeiam este tema, no entanto, existe uma solução para todas elas.

Os especialistas destacam a vantagem da água mineral na preparação dos biberões e das papas, porque este tipo de água não necessita de ser fervido. A diferença é que a água da torneira necessita de ser fervida pelo menos um minuto para assegurar a eliminação de parasitas. Se bem que Isidro Vitoria Miñana, pediatra em Valência, diz que “quando se ferve excessivamente a água da torneira, acabam-se concentrando determinadas componentes como o sódio e os nitratos. Isto dependendo do país e da zona de que falamos”.

Por sua vez Francisco Maraver, professor de medicina em Madrid, afirma que “a água mineral natural é constante na composição, tem uma pureza própria e é engarrafada de origem, sem nenhum tipo de manipulação química ou microbiológica”.

Desta forma, Isidro Vitoria conclui que a composição constante, ou seja, a capacidade que as águas minerais naturais têm de permanecer com uma composição constante permite eleger que determinada água é que os bebés necessitam em cada momento. “Nunca se tem a certeza de que a água da torneira é sempre a mesma. Isto porque está submetida a mudanças do tempo e a certos tratamentos onde são usados diferentes produtos”.



 



Fecha de actualización: 10-11-2009

Redacción: Irene García

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