Biberão: aprenda a preparar o leite do bebé!

Biberão: aprenda a preparar o leite do bebé!
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Entre as dúvidas que surgem quando se é pai, especialmente se é a primeira experiência, está a preparação do biberão. Uma tarefa simples que fará de forma automática em pouco tempo, mas que ao principio pode angustiar e provocar um mar de dúvidas: Que água utilizo? Em que quantidade? Tem de se ferver a água mineral natural para se preparar o biberão?

O Dr. Isidro Vitoria Miñana, pediatra e membro do Instituto de Investigação Água e Saúde, dá-nos algumas regras para preparar adequadamente o biberão do seu filho.

Na hora de preparar um biberão seguem-se as normas de reconstituição dadas pelo fabricante de leite e pelo seu pediatra. Geralmente, junta-se uma medida de leite em pó (deve utilizar sempre a medida dosificadora que vem em cada embalagem) por cada 30 ml de água morna. Desta maneira obtém-se a concentração recomendada de leite ou fórmula adaptada para o bebé.

Para preparar o biberão junta-se primeiro a água e depois o leite. As guias de recomendações pediátricas sobre a preparação começam por lembrar a importância de lavarmos bem as mãos e preparar o biberão antes de cada toma.

O bebé precisa de uma maior quantidade de água em relação ao seu peso corporal que um adulto. Assim uma criança de 3 meses que pese 5kg e que tome leite artificial precisará de 750 ml de água para a preparação de todos os biberões do dia. Ou seja, beberá cerca de 150 ml/Kg/dia. No entanto, um adulto que pese 75 kg e beba 2,5 litros por dia estará a tomar cerca de 35ml/Kg/dia. Assim, o bebé relativamente toma mais do quadruplo de água que o adulto. Isto deve-se ao facto das necessidades de água dependerem das necessidades energéticas e o bebé precisa de uma maior quantidade de energia nesta primeira etapa da vida para conseguir tão importantes ganhos no seu crescimento e desenvolvimento psicomotor.

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Dar peito, para as mulheres que são mães pela primeira vez, é um grande mistério difícil de enfrentar, para além disso, se não o souber fazer correctamente vai pensar que o bebé não está a ser alimentado adequadamente. Saber qual é a melhor posição, a quantidade, o que deve comer ou não, o que fazer quando voltar ao trabalho … são muitas as inquietações que rodeiam este tema, no entanto, existe uma solução para todas elas.

Por outro lado, o bebé tem um sistema imunitário menos desenvolvido pelo que está mais susceptível a infecções com umas doses infectantes muito menores tanto de microrganismo como de parasitas.

Dessa forma, é importante fixar-se no tipo de água que o bebé tomará. A água ideal estará isenta de microrganismos patogénicos e de parasitas. Segundo a actual legislação sobre águas engarrafadas, todas as águas minerais naturais estão, tanto no ponto da nascente como durante a sua comercialização, isentas de ambos. Para além disso, são bacteriologicamente saudáveis porque têm a sua origem em aquíferos subterrâneos totalmente preservados de toda a contaminação química e bacteriológica. Distinguem-se das restantes água de consumo humano pela sua natureza e pureza original. Dessa forma, a água mineral natural pode utilizar-se para preparar o biberão e as papas do bebé sem necessidade de ser fervida.

E a água não engarrafada?

Não se pode dizer o mesmo da água potável. Recomenda-se a sua ebulição durante pelo menos um minuto desde o momento em que ferve na superfície. O motivo é que o tratamento desinfectante da água potável geralmente inclui a cloração. As condições normais de cloração reduzem quase em 100% o risco de infecção por vírus e bactérias, mas não por parasitas, sobretudo, Giardia lamblia e Cryptosporidium. A dose de cloro deve ser 150 vezes superior para inactivar a Giardia e mais de um milhão de vezes superior para inactivar a Cryptosporidium. A nível colectivo, para assegurar a ausência de ambos, a água deve submeter-se não só a um método desinfectante mas também a uma filtração lenta, o que nem sempre se faz. A nível individual a OMS recomenda ferver a água potável durante pelo menos um minuto.

A ebulição da água aumenta a concentração de alguns iões que podem ser prejudiciais para o lactente. Assim, o aumento de nitratos aumenta o risco de uma doença chamada metahemoglobinemia e o aumento de sódio implica superar as recomendações máximas permitidas pelas sociedades científicas de nutrição infantil para a reconstituição da fórmula adaptada.

Resumindo, a água mineral natural oferece a grande vantagem de não precisar de ser fervida para preparar os biberões e evita os inconvenientes que tem a ebulição.

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Fecha de actualización: 16-07-2009

Redacción: Irene García

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