Conversar com o meu bebé recém-nascido, benefícios para a criança

Conversar com o meu bebé recém-nascido, benefícios para a criança
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Provavelmente não deixou de falar com o seu bebé desde que o teve pela primeira vez nos seus braços, mesmo que, provavelmente, as suas conversas não passem das 5 ou 6 palavras enquanto lhe muda a fralda, lhes dá de biberão ou lhe faz caretas. No entanto, se parar para pensar não é assim tão simples falar com alguém que está a apenas uns dias no mundo... O que lhe digo? Em que tom de voz? Irá perceber?

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Antes de os bebés nascerem em hospitais e dos ginecologistas controlarem todo o processo de uma gravidez era a rede de mulheres que rodeavam a grávida (mães, amigas, vizinhas, etc.) que lhe davam toda a informação e conhecimentos necessários, principalmente na base das experiências vividas. Na sociedade actual, esta transmissão perdeu-se e as mulheres enfrentam a maternidade sozinhas e sem grandes referências. Desta forma, surgiu a figura da doula: mulheres que acompanham durante a gravidez, o parto e o pós-parto.

 

 
Obviamente não entende as suas palavras, mas é muito importante que você dialogue com ele. Talvez ao princípio lhe incomode o facto de não a perceber e de não lhe conseguir responder, mas convém não deixar esse empenho para trás.
 
A que idade devo começar a falar com meu filho?
 
Antes de nascer. Sim, leu bem. Recomenda-se começar quando o seu bebé ainda estiver no útero. Seguramente já falou para o seu filho. Fez muito bem. Segundo alguns estudos o bebé pode reconhecer ligeiramente a sua voz, embora distorcida pelo líquido amniótico. Conversar com ele neste momento é uma excelente maneira de começar a vossa relação. Depois de dar à luz é útil falar com o seu filhote desde o início. À sua maneira a criança irá procurar comunicar consigo e responder-lhe com sinais que não tardará em decifrar, como o seu sorriso, os seus movimentos ou olhando-a fixamente.
 
Como falo com ele?
 
A resposta é simples: o mais natural e espontaneamente possível, escutando e dando-lhe a oportunidade de contestar.
Durante os primeiros dias ou meses irá surpreender-se ao dirigir-se ao seu bebé num tom muito particular, com uma voz mais aguda que a sua. Isto é normal e tem a sua explicação. Esta linguagem, à qual os anglo-saxónicos denominam "motherese", encontra-se praticamente em todas as culturas e tem umas características comuns: é composta de frases muito curtas, existem muitas repetições e redundâncias, o tom é melodioso e contém muitas palavras especiais do bebé, com referências a objectos e actividades do seu ambiente. Para além disso, está comprovado que os recém-nascidos respondem melhor aos sons agudos.
 
Em qualquer caso é importante que lhe fale com uma linguagem adequada e aumentando o tom, o ritmo, a entoação e o vocabulário à medida que vai crescendo. É lógico que nos seus primeiros meses de vida oiça as mesmas palavras repetidas uma e outra vez (leite, fraldas, brinquedos, bonecos, ursinho, biberão, chucha, casa, rua, etc.) mas não tenha receio em utilizar termos mais complexos. Não se limite a nomear as coisas que o rodeiam. Quantas mais palavras o bebé ouvir nos seus primeiros meses, mais rico será o seu vocabulário depois. Quando se iniciar no léxico e na sintaxe o bebé vai tentar imitá-la e, por isso mesmo, dê-lhe o exemplo.
 
Não obstante, quando falar com o seu bebé assegure-se que faz pausas para permitir que ele responde, mesmo que seja com um simples balbucio, um sorriso ou olhar. Os bebés gostam que lhes prestem atenção quando tentam comunicar. Assim, não se sinta ridícula ao ter uma conversa com o seu pequeno e utilize expressões habituais numa fala adulta como "Não me digas!", "A sério que pensas isso?" ou qualquer frase que possa utilizar, o objectivo é falar com naturalidade para o seu filho. Em pouco tempo estará mais receptivo e pronto a começar a pronunciar as suas primeiras sílabas.
 
O que lhe digo?
 
Tudo o que diz respeito à vossa relação ou ao que faz com ele pode ser explicado. Não, não a vai perceber, mas conte-lhe tudo o que faz passo a passo, o seu dia, o que vão fazer juntos... a criança irá adorar.
A comunicação não implica apenas a fala. Inclui o tacto (pegar, acariciar, beijar, etc.), a expressão oral (gestos, contacto visual, etc.) e, por pressuposto, o som.
Estender os braços para o seu filho, por exemplo, indica-lhe que está prestes a pegá-lo. Outras formas de comunicação que o se bebé perceberá são o sorriso, os abraços, os beijos, os olhares... O simples contacto com o seu bebé, físico e visual, irá indicar-lhe que está seguro. 


Fecha de actualización: 17-03-2009

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