Fimose, um problema muito comum nos bebés!

Fimose, um problema muito comum nos bebés!
Partillhar

Embora seja um problema bastante frequente com o qual nascem quase todos os bebés e que pode desaparecer espontaneamente com o passar dos anos, a Fimose gera uma certa dúvida e medo nos pais que têm de saber diferenciar entre o estado comum e quando este problema se converte numa questão mais séria.

O que é a fimose?

 

Cerca de 80% das crianças com menos de seis meses padece de fimose, um estreitamente do extremo ou abertura do prepúcio que impede a sua retracção e a exposição da glande. No entanto, esta pode resolver-se sem ajuda por volta dos 2 ou 3 anos de idade, podendo diferenciar assim dois tipos principais de fimose:

 

- A fimose fisiológica, aquela que pode considerar-se normal que não produz desconforto, salvo em casos extremos, e que pode desaparecer espontaneamente.

- A fimose congénita ou patológica, a que não desaparece com a idade e que pode ocasionar outros problemas e que pode necessitar de cirurgia ou tratamento.

O que devemos fazer?

Para confirmar que a criança padece de fimose os pais deverão observar se conseguem recolher a pele do prepúcio durante o banho diário ou, para estarem seguros, ir ao pediatra que será a pessoa indicada para confirmar se se tratam apenas de aderências ou se, pelo contrário, de fimose. No entanto, o bebé ainda é muito pequeno e convém esperar que seja maior para comprovar se é a situação comum que têm todos os bebés e que acabará por desaparecer.

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A morte repentina e inesperada de um bebé acarreta uma grande dor e sofrimento para os pais, sobretudo se à pergunta “Porquê?” não se pode dar resposta. Apesar das múltiplas investigações que têm sido realizadas para descobrir os motivos desta síndrome, o certo é que ainda não se sabe nada em concreto. Estudos recentes feitos por um grupo de médicos ingleses colocam a possibilidade do motivo estar directamente relacionado com uma infecção bacteriana, no entanto existe muito por investigar para se falar de uma causa. Até ao momento, a única coisa que se pode fazer é seguir uma série de recomendações para prevenir os riscos, como colocar o bebé a dormir de barriga para cima e nunca tapar a sua cabeça com os lençóis.

Embora existam medidas higiénicas que se podem levar a cabo em casa, não convém realizá-las antes dos dois anos, como pode ser a retracção ou deslizamento do prepúcio para trás de forma suave e sem forçar, já que um esticão de forma brusca pode fazer feridas na criança que ao cicatrizarem fecham ainda mais o prepúcio.

Se o problema não desaparecer com o crescimento da criança é necessário fazer uma cirurgia através de processos como a circuncisão ou a prepucioplastia. Enquanto a primeira consiste em retirar a parte necessária da pele do prepúcio ficando parte da glande descoberta, a segunda apenas requer uma pequena incisão transversal no anel prepucial. No entanto, actualmente já não é necessário recorrer a estas técnicas graças ao aparecimento de um tratamento baseado na aplicação de um creme de corticóides e cuja eficácia ronda os 100%.

Que consequências poderia ter?

A fimose pode ter consequências tanto a curto como a longo prazo:

- Impede a correcta higiene da glande o que provoca a acumulação de uma secreção fisiológica, denominada esmegma, podendo dar lugar a infecções locais dolorosas e com frequente presença de pus.

- Em alguns casos a fimose pode chegar a dificultar a micção ou torná-la muito incomoda, chegando inclusivo a tapar a saída da urina ou retendo um pouco dela e provocando infecções nas vias urinárias.

- Para além disso, a fimose pode provocar, no futuro, problemas nas relações sexuais devido à sensibilidade da glande.

No entanto, nesta idade o bebé ainda é muito pequeno e, dessa forma, pode considerá-lo algo normal e não se preocupe embora não se deva esquecer de realizar inspecções na higiene diária conforme o tempo vai passando. Se passados os 2 anos o prepúcio continuar praticamente fechado, consulte o pediatra da criança que será a pessoa certa para avaliar a situação e para lhe dar os conselhos adequados.



Fecha de actualización: 27-10-2008

Redacción: Irene García

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