As crianças e a segurança em casa

As crianças e a segurança em casa
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Segundo um recente estudo publicado pela Organização de Consumidores e Usuários (OCU),  cerca de 61% dos acidentes infantis têm lugar nas próprias casas.   Siga estas simples recomendações que o TodoPapás lhe dá para fazer da sua casa um lugar seguro e sem riscos nem perigos desnecessários para as suas crianças. Cozinhas,  casas-de-banho, brinquedos, peluches... à prova de crianças!

O seu quarto

O quatro é a divisão onde a criança passa mais tempo, o seu espaço para brincar e crescer… Tem que estar disposta da maneira mais segura possível. Como?

- Os brinquedos:há que organizar os brinquedos de maneira a que a criança possa aceder a eles de forma fácil e segura. Ao adquiri-los, a primeira coisa que devemos comprovar é que tenha a marca da União Europeia CE, requisito que nos garante que cumpre com a normativa EN 71. A norma comprova que o brinquedo não apresenta riscos, tendo em conta a sua utilização normal e previsível. Para além disso, os brinquedos devem incluir o nome e a direcção da pessoa ou empresa que assume a responsabilidade do mesmo produto.

Aqueles brinquedos que são eléctricos, para além disso, devem cumprir a norma específica de segurança de brinquedos eléctricos, a EN 50088. Para evitar o risco de queimaduras, o brinquedo deve estar desenhado de maneira a que as partes eléctricas estejam suficientemente isoladas e protegidas.

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Exercícios para as crianças

Exercícios para as crianças

A infância é a fase ideal para começar a promover o desporto pois é nesta altura que as crianças têm mais vitalidade, força e motivação para fazê-lo. Todas as crianças gostam de pular, de correr, de saltar … Um desporto é a actividade perfeita para que elas possam canalizar esta energia com disciplina e de forma a desenvolverem as suas capacidades físicas e mentais. E claro, divertirem-se!

Outro ponto a ter em conta é a idade a que está destinada o brinquedo, porque dependendo deste factor podem-se apresentar diferentes riscos. Os brinquedos destinados a crianças com menos de 36 meses não devem apresentar peças pequenas que possam ser ingeridas e inaladas, devido à tendência das crianças pequenas para introduzirem objectos na boca.

Uma vez adquirido o brinquedo devemos ler todas as advertências de segurança e instruções de uso que aparecem impressas na embalagem e que devem estar sempre escritas no idioma do país onde adquirimos o produto.

Nunca devemos deixar as crianças sozinhas com brinquedos que estejam advertidos para a super-visão de um adulto. É conveniente analisar de vez em quando os brinquedos para ver se não apresentam nenhum problema ou estrago que torne o brinquedo inseguro.

Os peluches: devemos comprovar que os olhos não se podem arrancar com facilidade, já que a criança pode engoli-los. Também é conveniente comprovar que qualquer fibra que simule o pêlo no boneco não é fácil de arrancar, sobretudo, se o brinquedo não nos adverte que é para crianças com mais de 36 meses. Para além disso, devemos lavá-los com bastante frequência para evitar que acumulem bactérias e ácaros.

O mobiliário infantil:quando escolhemos o mobiliário para o bebé devemos ter em conta as normas básicas de segurança que devem cumprir os produtos que adquirimos e que nem sempre conhecemos. É importante assegurar que a pintura do mobiliário do quarto do bebé não é tóxica, sobretudo, a da cama, já que é habitual que os bebés coloquem a boca nos barrotes e qualquer pintura tóxica poderia ter graves danos. Aconselha-se que o mobiliário apresente extremidades redondas que evitem que a criança possa aleijar-se, sobretudo, quando começa a dar os primeiros passos.

Devemos assegurar-nos que a cama cumpre com a normativa:

- No que diz respeito à distância adequada entre os barrotes. O cumprimento das mesmas evitará que a criança possa ficar entalada.

- As extremidades devem ser redondas.

- As pinturas devem de ser não tóxicas.

O chão: se o quarto da criança tem algum tapete ou se o chão é forrado com carpete, o melhor é passar o aspirador, pelo menos, uma vez por semana. Se optarmos por um chão em madeira, não se esqueça de comprovar se este não está danificado ou se os vernizes não são tóxicos.

A cozinha

A cozinha é a estância da casa onde temos que prestar especial cuidado à segurança, já que, segundo estatísticas, é a divisão onde acontecem cerca de 25% dos acidentes domésticos. Por este motivo, nunca se deve deixar a criança sozinha na cozinha, sobretudo se existe alguma coisa ao lume ou se o forno está ligado.

Antes da chegada de um bebé é conveniente reorganizar a cozinha: nos armários ao alcance da criança coloque os elementos que não representem nenhum perigo, como os biberões, as caixas de plástico, etc. Nos armários mais altos coloque tudo o que não deve estar ao alcance da criança, como as facas, os garfos, os tachos, os detergentes, etc.

A casa-de-banho

Aparelhos eléctricos: Tal como na cozinha, na casa de banho é fundamental comprovar que os aparelhos eléctricos se desligam depois de utilizados e nunca tê-los perto da banheira ou do lavatório. Para além disso, as fichas e as tomadas devem de estar devidamente protegidas.

A banheira: até que a criança não tenha um ano são mais recomendáveis as banheiras adaptadas especialmente à sua idade. A temperatura da água tem que ser sempre verificada com a mão antes de meter a criança na banheira. Para verificar a temperatura com mais precisão existem termómetros especiais para isto: a temperatura ideal é uns 34 – 35º C.

Armários: é importante ter o cuidado de guardar a maquilhagem, os cremes e os utensílios cortantes como as lâminas e os medicamentos.

A sala e as zonas comuns

Os móveis e o chão:tal como no quarto da criança não devem levar vernizes tóxicos. Debaixo das carpetes há que colocar protectores anti-deslizantes.

As esquinas: devem estar cobertas com protectores, sobretudo as mesas baixas à altura das crianças.

As cortinas: as melhores são as que abrem com varetas presas ao tecto. Há que evitar as bolas e outros elementos que possam prejudicar a criança.

Janelas: Nunca deixe objectos grandes e bancos perto das janelas para evitar que as crianças subam.

E, ao sair de casa … seguros também no carro!

Cadeiras para crianças. Segundo um estudo os dispositivos de segurança infantis têm uma efectividade de 71% para reduzir a mortalidade em acidentes de tráfego entre os menores de um ano e cerca de 54% entre as crianças de 1 a 4 anos.

 



Fecha de actualización: 25-08-2005

Redacción: Irene García

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