Castigo, qual é o melhor para o meu filho?

Castigo, qual é o melhor para o meu filho?
Partillhar

O mau comportamento generalizado das crianças nos últimos tempos faz com que toda a sociedade (pais, professores, governos) se pergunte se a educação que damos aos nossos filhos é ou não a adequada. Para alguns os castigos são ineficazes, já que muitas crianças têm uma inclinação tal que não se pode fazer nada para evitar o seu comportamento. Dessa forma a decisão não é fácil: Educar uma criança implica castigá-la alguma vez? Os castigos são inevitáveis? Pode-se castigar bem ou castigar mal?

Para que um castigo seja efectivo, há que seguir uma série de regras: ser objectivo, firme, explicar o porquê, ser consistente, desaprovar o comportamento e não a criança, controlar as emoções, usar o castigo combinado com técnicas positivas e estar de acordo em tudo com o seu parceiro. 

Para castigar adequadamente uma criança mais velha, a partir dos 5 anos, deve-se fazer uma pausa para enunciar as consequências do mau comportamento com técnicas disciplinares eficazes para este grupo de idade. De novo, a consistência e a coerência são cruciais. Cumpra com a sua palavra na hora cumprir a disciplina, pois se não o fizer perderá a sua autoridade. O seu filho deve saber que você sempre faz o que diz. Isto não significa que não possa conceder-lhe uma segunda oportunidade ou perdoar-lhe.

Nunca ameace a criança com castigos impossíveis ou pouco realistas quando estiver muito chateada, pois a criança sabe que não vai poder cumprir e, assim, a sua palavra perderá o seu valor.

Também deve evitar castigos desmesurados. Se, por exemplo, castiga o seu filho com o facto de não sair de casa todas as tardes durante um mês inteiro, o mais provável é que a criança não se sinta motivada a portar-se melhor porque acreditará que está tudo perdido.

Problemas com a amamentação?

Problemas com a amamentação?

Dar peito, para as mulheres que são mães pela primeira vez, é um grande mistério difícil de enfrentar, para além disso, se não o souber fazer correctamente vai pensar que o bebé não está a ser alimentado adequadamente. Saber qual é a melhor posição, a quantidade, o que deve comer ou não, o que fazer quando voltar ao trabalho … são muitas as inquietações que rodeiam este tema, no entanto, existe uma solução para todas elas.

À medida que o seu filho vai amadurecendo e que reclama mais independência e responsabilidade, há que ensiná-lo a assumir as consequências dos seus comportamentos. Por exemplo, se o seu filho vai dormir sem arrumar o seu quarto, deverá proibi-lo de se deitar até que o faça ou deve fazê-lo você mesma? Provavelmente não, já que estará a desperdiçar uma valiosa oportunidade para ensinar-lhe algo sobre a vida.

É natural que queira evitar que o seu filho erre mas, a longo prazo, estará a fazer-lhe um favor se deixar que cometa os seus próprios erros de vez em quando. Assim, comprovará ao que leva um comportamento inapropriado e, provavelmente, não voltará a cometer os mesmos erros.


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