Conselhos para criar o meu filho

Conselhos para criar o meu filho
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Como falar com os nossos filhos sobre assuntos delicados? Existem certos temas que são muito complicados de tratar com os nossos filhos: a morte, as doenças graves, o sexo, os problemas económicos … Assuntos delicados dos quais ninguém quer falar. No entanto, é sempre pior ocultar a verdade e não falar, já que a criança irá notar que se passa alguma coisa e que ninguém lhe dá a informação que necessita. Dessa forma, a criança irá procurá-la por sua conta o que não é aconselhável.

Por muito difícil que seja, o melhor é ser sempre sincero e contar as coisas o quanto antes. Se se trata de um problema ou de um assunto grave que não se pode resolver rapidamente e que irá acabar por afectar a criança o mais certo é que o seu filho saiba tudo o que se passa o quanto antes.

No entanto, não deve entrar em detalhes e explicações complicadas. Afinal trata-se apenas de uma criança. Ao seu filho não lhe interesse porque é que a crise internacional fez com que despedissem o seu pai, ou como o espermatozoide recorre à Trompa de Falópio até se encontrar com o óvulo. Não se esqueça que está a falar com uma criança. Dessa forma, utilize uma linguagem simples e acessível.

Para além disso, não deve enganar o seu filho ou falsear a verdade. Se o seu animal de estimação morreu e se em vez de lhe dizer a verdade você lhe diz que o animal foi para uma quinta especial para animais a criança não saberá enfrentar o facto de os seres vivos morrerem. Apesar de a ideia de morte não lhe agradar, é necessário que as crianças sejam capazes de aceitar a realidade. Dessa forma, as crianças não terão traumas nem medo do que possa acontecer.

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Os animais de estimação e as crianças!

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Ter um animal de estimação em casa pode ser bom tanto para as crianças como para as famílias em diferentes aspectos, mas também pode originar certos riscos, como as alergias ou as infecções. Tome nota das regras para desfrutar ao máximo da convivência com um animal de estimação.

 

 

Nunca dramatize perante o seu filho. Por muito duro que seja o que está a passar, se a criança observar os pais a chorar vai ser muito difícil que ela perceba e enfrente as coisas. Se os pais são os seus heróis e se eles têm medo, como é que a criança não irá ter?

Conselhos para acalmar o meu filho quando chora

Os bebés apenas têm uma forma de comunicar com os seus pais para chamarem a sua atenção: o choro. Desde que nascem as crianças são muito perspicazes e apercebem de que quando choram os seus papás vão logo a correr para ver o que se passa. Por isso, quando querem algo, recorrem ao choro para que os seus progenitores venham ao seu encontro.

Normalmente, os bebés choram por 6 motivos principais: fome, incomodo (se têm a fralda suja, por exemplo), insegurança ou medo, cansaço, aborrecimento ou dor. Dessa forma, a primeira coisa a fazer quando a criança chora é comprovar que está tudo bem, que não tem fome, nem sono, nem está doente.

Se está tudo em ordem e se continua a chorar, o mais provável é que o problema seja interior: que esteja aborrecido ou tenha medo. Neste caso, a nossa simples presença deveria ser suficiente para acalmar o bebé. Mas se nada funciona existem alguns truques que pode experimentar:

- Utilize uma chucha: a maioria dos bebés acalmam-se e tranquilizam-se se lhes metermos o polegar ou uma chucha na boca. No entanto recorra a este truque apenas em último caso, pois não é bom que a criança se habitue à chucha.

- Coloque a criança numa posição erguida: apoie-a contra o seu ombro e esfregue-lhe suavemente as costas. Passeie um pouco com o bebé, fale com ele ou canta-lhe suavemente.

- Coloque-o num porta-bebés e leve-o consigo. O facto de sentir a sua respiração e o seu coração irá acalmá-lo. Para além de estar próximo de si, desfrutará do movimento ao andar.

- Abane-o: a maioria dos bebés (inclusivo as adultos) acalmam-se com um movimento rítmico (era habitual na barriga da sua mãe). Na cama ou no carrinho abane-o suavemente para a frente e para trás.

- Deite-o sobre o seu peito: deite-se numa cama ou num sofá, bem apoiada sobre umas almofadas para estar cómoda. Coloque o bebé sobre o seu peito e esfregue-lhe as costas suavemente. Irão ficar os dois mais descontraídos, mas cuidado para não adormecerem!

Cólicas do lactente

As cólicas ainda são uma doença muito comum entre as crianças com menos de 3 meses. É uma dor contínua na zona abdominal que provoca choros e angustia nos bebés e nos pais. A sua causa ainda não é clara, pelo que é difícil de prevenir. No entanto existem alguns métodos para aliviar a dor.

O começo é súbito, o choro é intenso e, mais ou menos, contínuo. Estes sintomas podem persistir desde uns minutos a várias horas: a cara da criança pode estar vermelha ou apresentar uma palidez à volta da boca, o abdómen está inchando e doloroso à apalpação, as pernas dobram-se sobre o abdómen, os pés podem estar frios e as mãos apertadas.

Um tratamento que alivia a dor é o que se administra para as aerofagias ou para o trânsito intestinal (existe a medicação tradicional e a medicina natural ou alternativa). Estes medicamentos têm de ser sempre administrados com prescrição de um médico.

Existem produtos de diversas empresas farmacêuticas que têm na sua composição camomila, tomilho e bálsamo, e podem servir como tratamento. A camomila normal, de toda a vida, é o melhor remédio paliativo para as cólicas de um bebé.

Umas suaves massagens na zona abdominal também aliviam as cólicas. Pode deitar o bebé de barriga para baixo, no seu colo, e massajar suavemente as suas costas e pernas. Ao massajar o bebé a barriga fará pequenos círculos. Se o bebé está demasiado tenso para tocar-lhe no momento do choro, habitue-se a dedicar diariamente alguns minutos a esta técnica quando lhe troca a fralda. Isto pode ajudar a prevenir as cólicas.

Devo sentir-me culpada por não ter tempo livre?

Sempre se imaginou como uma super mamã presente em todos os momentos e capaz de satisfazer todas as necessidades do seu bebé, sempre com um sorriso na cara. Mas agora que o seu bebé nasceu e está fechada em casa quase há dois meses a trocar fraldas e dar de mamar, a única coisa que lhe apetece é deixar o pequenote com alguém e sair porta fora para relaxar e esquecer-se de que já é mamã.

Talvez este sentimento a faça sentir-se culpada levando-a a acreditar que não é uma boa mãe por não querer estar as 24 horas do dia com o seu filho, mas isso não corresponde à realidade. Não deve ficar triste por querer ter um bocado para si ou inclusivo sair para jantar com o seu marido sem a companhia do bebé.

Esta situação é a mais normal e benéfica para a sua saúde mental. Por muito que deseje o seu bebé e por muito boa mãe que queira ser, tirar um tempo para si mesma irá ajudá-la a desfrutar mais da sua maternidade. Seguramente que também irá ajudar na sua relação como casal, pois agora que é mãe não significa que tenha de se esquecer do seu papel de esposa e mulher.

Assim aproveite a ajuda que os seus familiares lhe oferecem e, de vez em quando, tire um bocado para respirar e dar um passeio, ir às compras, a um Spa ou ao cinema com o seu marido. E não se sinta culpada, passar curtos períodos de tempo afastada do seu bebé pode convertê-la na melhor mãe. Uma pauda irá ajudá-la a sentir-se relaxada e descansada, o que significa que enfrentará melhor a situação. Para além disso, é bom que o bebé se acostume a estar sem a mãe de vez em quando, pois assim começar a preparar-se para o momento da mãe voltar ao trabalho e às suas actividades sociais.



Fecha de actualización: 11-05-2009

Redacción: Irene García

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