A ordem de nascimento das crianças muda alguma coisa?

A ordem de nascimento das crianças muda alguma coisa?
Partillhar

Todas as pessoas têm a sua personalidade. O modo de ser de cada um surge a partir do momento em que se nasce. São muitos os factores que influenciam na formação da identidade, e um deles é o momento em que chegamos à vida. Obviamente que a condição de primogénito não é o único momento determinante na singularidade de cada um.

Foram muitas as teorias que tentaram dar explicação às diferenças de temperamento de uma pessoa segundo o seu lugar na família no que diz respeito ao resto dos seus irmãos. No entanto, teorias à parte, o certo é que, embora poucos pais o admitam abertamente, não se educa da mesma forma todos os filhos.

Ora bem, nunca se pode afirmar que uma criança pelo facto de ser o primogénito, o segundo ou o quinto esteja determinada a apresentar umas características fixas e invariáveis, mas sim que, de acordo com alguns estudos, segundo essa mesma ordem se apresentem sinais de personalidade diferentes.

Desta maneira, sempre em termos gerais, pode-se dizer que a primeira pode ser mais seria, mais formal, responsável, ordenada e introvertida; é a criança receptora de valores, o que sendo filha única recebe mais atenção e dedicação (de momento) positiva e negativamente. Podem ser mais precoces e solitárias ou individuais que o resto da família porque ao nascer o segundo filho experimentam uma espécie de desorientação que as faz enfrentar por si sós muitas áreas que antes abordaram com o apoio dos pais.

O segundo filho, na ordem o mediano, pode ser mais diplomático e alegre, visto que a diferença do primeiro conta já com um certo “caminho aberto” que o mais velho deixou. Os pais já contam com experiência e não protegem tanto a criança, pelo que o seu grau de socialização e competitividade será maior que no caso do primeiro, estabelecendo-se uma espécie de luta de um por tentar superar o outro e do primeiro por tentar defender o que considera seu.

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À medida que os filhos aumentam a educação parental vai-se debilitando, e a primeira criança pode ser mais mimada e mimosa bem como rebelde e, quem sabe, pouco previsível. Enquanto o último filho, precisamente por ser o último e não ter nenhum que lhe tire o sue lugar, o mimo pode despertar-lhe uma certa sensação de inferioridade no que diz respeito aos seus irmãos mais velhos.



Fecha de actualización: 16-08-2010

Redacción: Irene García

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