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Internet, telemóveis ... as crianças e a dependência das novas tecnologias!

Internet, telemóveis ... as crianças e a dependência das novas tecnologias!

Tudo o que está relacionado com a Internet, os telemóveis e os computadores em geral, chama poderosamente a atenção dos nossos filhos, por muito pequenos que sejam, até ao extremo de que em muitas ocasiões não saibam parar.

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Exercícios para as crianças

Exercícios para as crianças

A infância é a fase ideal para começar a promover o desporto pois é nesta altura que as crianças têm mais vitalidade, força e motivação para fazê-lo. Todas as crianças gostam de pular, de correr, de saltar … Um desporto é a actividade perfeita para que elas possam canalizar esta energia com disciplina e de forma a desenvolverem as suas capacidades físicas e mentais. E claro, divertirem-se!

Y tambien:

 

Eles sentem-se completamente cómodos com a tecnologia e totalmente incómodos quando não têm próximo uma conexão à Internet, aos videojogos ou a qualquer outra aplicação. De todas elas, o telemóvel continua a ser o rei: utilizam-no para enviar mensagens, dar toques, jogar, navegar na internet e muitas outras coisas... para tudo menos para falar.

 

As crianças não sabem distinguir entre a realidade da vida e a realidade digital. Esse deve ser o trabalho dos pais. Fazer-lhes ver as vantagens e inconvenientes de utilizar toda esta tecnologia. O problema é que aos pais tudo isto lhes supera. Foi isto que comprovou a equipa espanhola de Adicciones Digitales que dão conferências em escolas, empresas, instituições dirigidas aos pais, professores, profissionais em geral e até às crianças.

 

Quando falam com os pais comprovam o seu desconhecimento de uma realidade que está na rua, mas que eles acabam por perceber. A qualquer um deles o seu filho convence acerca da necessidade de utilizar o computador porque estamos " a falar da informática" e a informática é o futuro, necessário para o seu desenvolvimento académico e profissional. No entanto,  o certo é que geralmente não utilizam o computador para trabalhar mas sim para conversar, passear pelas diferentes redes sociais que estão ao seu alcance ou para jogarem com o último videojogo que adquiriram e que pode mesmo ser de violência inadequada para a sua idade.

 

Para esta situação a solução deve vir necessariamente da educação que os pais acabam por dar aos seus filhos. Numa conferência que a equipa deu numa escola em Sevilha um pai perguntou como é que fazia para conseguir ensinar os seus filhos a distinguir entre utilizar um dispositivo ou que um dispositivo os utilize e escravize. A resposta não é difícil, o complicado é colocá-la em prática em função da criança que está em causa. Porque o certo é que as novas tecnologias podem supor um perigo para as crianças com uma personalidade débil porque são muito atractivas: viciam desde o primeiro momento e podemos dedicar-lhes muito tempo sem sequer apercebermo-nos.

 

Este pai dizia que o seu filho passava muitas tardes viciado no computador, embora não acredite que estivesse a fazer coisas inadequadas ou perigosas. A equipa respondeu-lhe que talvez tivesse de rever o conceito de perigo porque parece bastante provável que o simples facto de estar tantas horas em frente ao ecrã já seja perigoso por si só. Parece claro que a criança não utilizava o seu tempo correctamente e é aí onde surge o perigo, quando não temos cuidado nem temos consciência do tempo que gastamos nessas actividades. Isto pode levar-nos à dependência, a não saber viver sem esse dispositivos e a estarmos todo o dia e boa parte da noite colocados aos mesmos.

 

Chegados a esse ponto um amigo desse pai preocupado explicou-lhe a clara diferença que existe entre o uso, o abuso e a dependência às novas tecnologias. Enquanto o uso é algo saudável e racional, o abuso não significa que estejamos todos os dias viciados mas sim que em certas ocasiões podemos passar demasiadas horas à frente do computador. A dependência, no entanto, implica que precisemos de realizar essa actividade de forma constante, não podemos passar sem ela. Produz-se o síndrome da abstinência.


Fecha de actualización: 06-07-2009

Redacción: Irene García

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