Prisão de ventre: um problema muito comum na gravidez

Prisão de ventre: um problema muito comum na gravidez
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Sim, infelizmente a prisão de ventre é outro dos numerosos “efeitos colaterais” da gravidez. Se sofre deste problema então pertence à grande percentagem de mulheres que se veem afectadas por este habitual mal-estar. Apesar de não ser grave, na maioria dos casos chega a afectar a rotina diária da mulher.

A prisão de ventre é muito frequente durante a gravidez devido às alterações hormonais, entre outras coisas, que afectam todo o sistema digestivo. No entanto, porque é que isto acontece? Durante uma gravidez o corpo da mulher produz mais hormonas do que o normal para garantir que a gestação se desenvolva normalmente. O aumento do nível destas hormonas, a progesterona, faz com que os músculos do corpo, incluindo o dos intestinos, relaxem. Assim, a comida movimenta-se mais depressa através do intestino, o que faz com que o corpo absorva mais nutrientes e água dos alimentos ingeridos.

Para além da pressão do bebé no intestino, também os suplementos de ferro podem dificultar o trânsito intestinal.

Apesar de cada mulher ter os seus sintomas, a prisão de ventre costuma causar:

- Mais de quatro dias sem defecar;

- Fezes duras;

- Dificuldade e dores ao defecar;

- Sensação de desconforto ou peso abdominal;

- Dor abdominal.

O que fazer?

Estes sintomas raramente podem ser sinais de outras doenças mais graves, pelo que é recomendável consultar o seu médico se o problema persistir.

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Sabe o que é a pré-eclâmpsia? Detrás deste nome tão esquisito esconde-se uma doença bastante comum nas grávidas, sobretudo depois da 20ª semana. Esta dolência caracteriza-se por um aumento da pressão sanguínea, cujas causas são desconhecidas, e que se se trata com tempo, não há motivos para ter graves consequências nem para a mãe nem para o bebé. Por isso, conhecer os seus sintomas é essencial para evitar as suas possíveis complicações.


 

Os seguintes conselhos poderão ajudar a acalmar esse mal-estar:

Dieta rica em fibras

As fibras são muito importantes porque ajudam o intestino a trabalhar melhor. Os alimentos que lhe propomos contêm uma grande quantidade de fibras. Inclua-os na sua alimentação.

- Fruta (especialmente cerejas, kiwis, frutos secos, etc.). É conveniente que coma as frutas com pele, lavando-as bem antes de as consumir.

- Verduras e hortaliças. Aconselha-se que coma pelo menos uma salada por dia.

- Legumes: Utilize-os como acompanhamento.

- Pão e cereais. Convém que escolha pão, massas e cereais integrais em vez dos refinados, já que estes últimos contêm menos fibras.

2. Muitos líquidos

Acostume-se a beber muita água, pois a falta de líquidos contribui para que o processo de digestão seja mais lento. Embora não exista uma regra concreta no que diz respeito à quantidade necessária a consumir, procure ingerir, pelo menos, seis a oito copos por dia. Não tem que ser obrigatoriamente água, pode beber chás suaves, sumos de fruta, etc.

3. Exercício

Faça exercício moderadamente, como andar, nadar, fazer yoga, pelo menos duas a três vezes por semana. Isto não só a ajudará a regular as suas digestões, fortalecendo os músculos dos intestinos, como também ajuda a aumentar o seu bem-estar geral.

Se isto tudo não ajudar fale com o seu ginecologista.

O que é que deve evitar?

Embora seja recomendada uma dieta rica em frutas e verduras, procure evitar aquelas que provoquem flatulência, como as couves de bruxelas, os pimentos, as cebolas, etc. Desta forma, evite também a ingestão de cereais, como o arroz, pela sua capacidade adstringente.

Remédios para ter por casa

- Ao pequeno-almoço tome compotas de pera ou maça.

- Inclua aveia ou cevada nos seus iogurtes.

- Aumente o consumo de kiwis, sumo de laranja.

- Beba café apenas com água morna.



Fecha de actualización: 06-10-2009

Redacción: Irene García

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