Chegou o momento de escolher o hospital para o parto, o que devo ter em consideração?

Chegou o momento de escolher o hospital para o parto, o que devo ter em consideração?
Partillhar

Uma das primeiras preocupações depois de saber que está grávida é decidir onde é que vai dar à luz. Esta é uma decisão muito importante, já que nem todos os hospitais têm os mesmos equipamentos nem os mesmos serviços. Uns têm equipamentos de última tecnologia e outros são mais quentes e acolhedores. Aprenda que perguntas fazer na hora de escolher o hospital e os serviços mínimos que lhe devem prestar para estar perfeitamente atendida, tanto você como o bebé.

 

 

Em Portugal os partos hospitalares tradicionais (nos quais a grávida se desloca da sala de dilatação à sala de partos e depois para um quarto semi-privado) continuam a ser a opção mais popular. Num parto hospitalar tradicional os médicos dirigem todo o processo.

Em resposta ao recente auge dos partos mais “naturais” muitos hospitais oferecem opções mais modernas para os partos de baixo risco, enquanto favorecem um marco centrado na família. Esta opção pode incluir quartos individuais onde as mulheres podem fazer a dilatação, dar à luz e recuperarem a seguir ao nascimento. Depois do parto também é possível ter o bebé no quarto da mãe a maior parte do tempo.

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Em forma antes e depois da gravidez!

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O exercício físico é imprescindível para nos mantermos saudáveis e em forma, tanto antes como depois da gravidez, para além de ser uma maneira eficaz de recuperar a forma depois do parto. No entanto, actualmente torna-se cada vez mais difícil para as mulheres arranjarem tempo suficiente para fazerem exercício e dedicar-se ao seu bem-estar pessoal, pelo que estar em forma acaba por converter-se numa tarefa complicada.

Outra opção são as clínicas privadas, as quais são recomendadas para aquelas mulheres sem problemas importantes no seu historial médico e cuja gravidez tenha sido classificada como de baixo risco. Se padece de algum transtorno ou se cumpre alguma condição que determina que a sua gravidez é de alto risco (como ter mais de 35 anos, ter uma gravidez múltipla, diabetes de gestação, etc.) provavelmente o seu médico vai recomendar-lhe dar à luz num hospital onde você e o seu bebé possam receber assistência médica se necessário.

O que é que é melhor para si?

Para além de ter em conta os possíveis riscos do parto, deverá fazer uma série de perguntas a cada um dos possíveis centros ou hospitais.

- Está situado num lugar conveniente? Está localizado a quanto tempo da minha casa?

- Está bem equipado para socorrer emergências?

- De que tipo de salas de recém-nascidos dispõe?

- Quantos partos realizam por ano? Uma quantidade elevada significa que o hospital tem mais experiência com os distintos tipos de parto.

- Qual é a relação entre o pessoal da enfermaria e os pacientes?

- Quais são os índices hospitalares de cesarianas, episiotomias e mortalidade?

- Quantos acompanhantes podem estar presentes durante o parto?

- Que procedimentos seguem depois do nascimento do bebé? Se desejar, poderá amamentar o bebé imediatamente depois do parto? Poderá ter o bebé no seu quarto?

- Qual é a duração típica da estadia pós-parto para um parto vaginal? E para um parto por cesariana?

- Poderá ter-se o pai e o bebé no quarto da mãe 24 horas por dia?


 

Equipamento necessário

Os hospitais ou clínicas maternas podem ser de vários tipos, de acordo com os serviços que oferecem:

Hospital maternal de nível I

Serviços que podem prestar

- Assistência nos partos de baixo e de médio risco.

- Assistência a recém-nascidos normais e prematuros.

- Reanimação imediata da mãe e do recém-nascido com problemas imprevistos.

- Promoção da saúde.


 

Estrutura

- Área de dilatação.

- Sala de partos e sala para cesarianas: ambas com sala de reanimação para mães e recém-nascidos.

- Sala para partos “naturais não medicados”.

- Quartos (mãe/recém-nascidos)

- Área para recém-nascidos com necessidades especiais.


 

Equipamento

- Mesa de partos e utensílios adequados para partos de baixo e médio risco.

- Monitor fetal.

- Área de esterilização.

- Utensílios adequados para reanimação materna e do recém-nascido.

- Incubadora.

- Incubadora de espera de transporte com ventilação.

- Laboratório mínimo.

- Depósito de farmácia e de sangue.

- Disponibilidade de radiografias e ecografias.


 

Hospital maternal de nível II

Serviços que pode prestar

- Controlo e seguimento das gravidezes de alto risco que não requerem coordenação permanente com outras especialidades.

- Atenção aos partos de alto risco que não necessitam de conexão permanente com outras especialidades e aos recém-nascidos próprios de curas intensivas com necessidade de suporte respiratório.

- Cuidados intensivos para:- Prematuros com mais de 30 semanas de gestação ou com mais de 1,250 quilos.

- Bebés com necessidades de ventilação mecânica.

- Bebés com anomalias congénitas que não necessitam de especialistas.

- Bebés com problemas menores.


 


 

Estrutura

- Unidade de cuidados obstétricos intermédios, nível de cuidados intermédios de adultos.

- Unidade de cuidados intensivos para os recém-nascidos.

- Conexão com outras especialidades médico-cirúrgicas.


 

Equipamento

- Utensílios para atender corretamente as necessidades do parto de alto risco.

- Ecógrafo de alta resolução.

- Tomografia computorizada.

- Laboratório geral.

- Serviço de hemoterapia e de transfusões.


 

Hospital maternal nível III

Serviços que pode prestar

- Controlo e seguimento das gravidezes e partos de alto risco que requerem conexão permanente com super especialidades (cirurgia, cardíaca, transplantes, etc.).

- Assistência aos partos que pela sua complexidade clínica requerem um nível mais alto de tecnologia médico-cirúrgica.

- Dar suporte como hospital de referência a todos os outros hospitais maternos da zona.


 

Estrutura

- Conexão e suporte com outras especialidades do hospital ao mais alto nível tecnológico.

Equipamento

- Oxigenação da membrana extra-corpórea (ECMO).

- Cirurgia cardíaca EC (extra-corpórea).

- Laser de retina para o tratamento da retinopatia do bebé prematuro.


 

Obviamente que cada nível inclui ainda tudo o que tem o nível anterior. O nível I é o que tem o mínimo que qualquer centro de maternidade deve ter, enquanto o nível III é o que está mais preparado e especializado. De acordo com a segurança que deseja e com o risco da sua gravidez, assegure-se de que o hospital que escolhe incorpora todos estes serviços, equipamentos e estruturas.

Escolher onde é que vai dar à luz é uma decisão complicada que deve ser tomada o quanto antes. Deste modo, se surgirem complicações deve estar bem informada, já que pode ter de tomar decisões de última hora de acordo com a sua saúde e a saúde do seu bebé.

 

 



Fecha de actualización: 27-10-2006

Redacción: Irene García

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