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Gravidez e trabalho: Como conciliar as duas coisas?

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A ideia de continuar a trabalhar durante o período de gestação preocupa muitas mulheres: Posso continuar a trabalhar como até agora? Será que isso prejudica o feto? Quando é que devo deixar de trabalhar? Se a sua gravidez se está a desenvolver sem complicações e se o seu lugar de trabalho é saudável, o seu estado não tem que ser um impedimento para o seu desempenho na sua actividade laboral até ao dia do parto. Tomar as precauções necessárias, não fazer demasiados esforços, caminhar de vez em quando, levar uma alimentação saudável e evitar espaços contaminados, pode assegurar que o trabalho e a sua barriga não sejam incompatíveis.

 

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A ideia de continuar a trabalhar durante o período de gestação preocupa muitas mulheres: Posso continuar a trabalhar como até agora? Será que isso prejudica o feto? Quando é que devo deixar de trabalhar? Se a sua gravidez se está a desenvolver sem complicações e se o seu lugar de trabalho é saudável, o seu estado não tem que ser um impedimento para o seu desempenho na sua actividade laboral até ao dia do parto. Tomar as precauções necessárias, não fazer demasiados esforços, caminhar de vez em quando, levar uma alimentação saudável e evitar espaços contaminados, pode assegurar que o trabalho e a sua barriga não sejam incompatíveis.

A gestação é um período repleto de alterações. A transformação física é a mais evidente, no entanto, as mulheres não só sofrem alterações ao nível físico como também ao nível emocional e psicológico.  Durante o primeiro trimestre a actividade metabólica aumenta e começam a produzir-se grandes alterações hormonais que se traduzem numa maior sensibilidade ou numa falta de energia que, inevitavelmente, podem afectar os que a rodeiam no trabalho.

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A alimentação e o sono, aprenda a conciliar as duas coisas!

Em algumas ocasiões a hora de dormir converte-se num verdadeiro pesadelo para muitas crianças que não conseguem conciliar o sono. Se para além disso a alimentação também não for adequada, dormir será ainda mais difícil. Dessa forma, oferecemos-lhe uma série de alimentos para que a criança possa dormir melhor.

O momento em que deve deixar de trabalhar depende de si e das recomendações do seu ginecologista. Algumas mulheres, independentemente do estado físico estar em pleno rendimento, preferem ter algum tempo para elas próprias antes do período que se avizinha.


Também o tipo de trabalho que realiza vai influenciar em grande parte a sua decisão. Se se trata de uma actividade que requer movimentos constantes é possível que seja necessário baixar o ritmo, especialmente depois do sexto mês de gravidez, quando o cansaço se tornar cada vez mais visível. Para além disso, a tensão e o desconforto nas costas, nas articulações e nos músculos também se tornam mais intensos à medida que os dias vão passando. Se acha que não pode continuar a trabalhar, consulte o seu médico e pergunte-lhe o que é mais conveniente.

No entanto, não é feliz sem as suas reuniões e sente-se vazia sem receber os 40 emails, então força! Pode seguir alguns conselhos para tirar o maior proveito da sua energia até ao último dia antes do parto:

Quando a gravidez é incompatível com o trabalho?

Estar grávida, sempre que não se apresentem complicações, não significa estar doente. Desta forma, pode continuar a trabalhar se o seu corpo permitir. De acordo com vários estudos, continuar com a rotina laboral durante a gravidez é benéfico para a futura mãe. Do ponto de vista físico contribui para mantê-la em forma, do ponto de vista psicológico ajuda-a a enfrentar melhor a gravidez, pois não fica exclusivamente centrada na mesma.

No entanto, poder trabalhar sem riscos até ao dia do parto depende do tipo de actividade que desenvolve. Existem trabalhos que não só não reúnem as condições necessárias para a sua gravidez, como também são prejudiciais para o seu bebé. Algumas actividades trazem perigo para as mulheres ao nível físico, pois exigem levantar cargas, estar muitas horas de pé, etc. Outras actividades expõem as mulheres a produtos químicos ou radioactivos (mercúrio, pesticidas, nicotina, alguns produtos de limpeza, quimioterapia, etc.) nocivos para o feto e para a saúde da mãe. Nestes casos é conveniente que avise o seu médico logo na primeira consulta pré-natal. Será ele que lhe diz até que ponto o seu trabalho pode ser prejudicial para si e para o seu bebé. Desta forma, pode tentar que a mudem de posto de trabalho. Se não for possível, deve solicitar baixa laboral.


Como é que digo ao meu chefe?

O momento e a forma ideal para comunicar ao seu chefe que está grávida dependerá da relação que tem com ele e do seu cargo dentro da empresa, no entanto, qualquer que seja o caso é preferível que seja você a dizer-lhe antes que lhe chegue aos ouvidos. Um bom momento pode ser aos três meses: o risco de aborto já passou e ainda têm muito tempo pela frente para se organizarem antes da baixa maternal.

Dependendo da política e do tamanho da empresa, a comunicação ao seu superior deverá fazer-se mediante uma carta escrita ou simplesmente por palavra. Procure a ocasião certa para reunir-se com ele, procure que não coincida com uma época de stress laboral, e apresente-lhe um plano, por escrito, no qual o informe da data prevista para a baixa maternal, do tempo que estará ausente, dos possíveis substitutos para o seu lugar, de uma previsão do trabalho durante os meses que vai estar ausente, etc.
 

Para isso, antes de dar-lhe a notícia deverá informar-se de todos os seus direitos e obrigações, das condições do seu contrato, da baixa maternal, etc.

Se tem colegas que já tiveram bebés recentemente, pode fazer-lhes perguntas para “ir apalpando terreno” e conhecer as suas experiências. Se a sua empresa dispõe de um departamento de Recursos Humanos, é o sítio indicado para recolher toda a informação acerca do seu contrato, da baixa laboral e da redução do trabalho.



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