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Dia Internacional do Cancro da Mama!

Dia Internacional do Cancro da Mama!

Como motivo do Dia Mundial do Cancro da Mama – que se celebra a 19 de Outubro – abordamos um tema que preocupa muitas mulheres: Como detectar este tipo de tumores? É possível conseguir-se uma gravidez depois de se sofrer de cancro da mama? E dar peito?

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Como motivo do Dia Mundial do Cancro da Mama – que se celebra a 19 de Outubro – abordamos um tema que preocupa muitas mulheres: Como detectar este tipo de tumores? É possível conseguir-se uma gravidez depois de se sofrer de cancro da mama? E dar peito?

Em Portugal, anualmente são detectados cerca de 4500 novos casos de cancro da mama, e 1500 mulheres morrem com esta doença.

A taxa de cura em Portugal é elevada quando o cancro é detectado precocemente, ou seja, quando o tumor não está evoluído. Dessa forma, actos como o Dia Mundial do Cancro da Mama são essenciais para consciencializar as mulheres da importância da auto-exploração e das revisões periódicas.

Apesar das possibilidades de se sofrer de cancro serem maiores a partir dos 45 anos, convém estar atenta desde a adolescência.

Como se realiza a auto-exploração?

Apesar de cerca de 90% dos tumores mamários serem benignos, existe um alerta e medo generalizado perante o cancro. É importante comunicar que os tumores benignos, as mastites e as anomalias congénitas são as patologias mais comuns. Para detectar qualquer patologia deve-se prestar especial atenção às alterações deste órgão e recorrer a um especialista.

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As mamas são os órgãos do corpo que estão sujeitos a mais alterações ao longo da vida de uma mulher devido às variações hormonais, aos períodos de amamentação e às influências externas. Conhecer a sua evolução em cada etapa é fundamental para compreender as alterações que se produzem.

As más-formações mamárias afectam a sua forma, a simetria e o tamanho e detectam-se simplesmente ao explorar o seio. Dispor de informação sobre as características do peito, sobre o seu desenvolvimento, morfologia e sobre as particularidades da mama saudável é fundamental para compreender e detectar anomalias no futuro e colaborar na manutenção da saúde dos seios.

No que diz respeito à detecção do cancro da mama, pode-se realizar por exploração física (palpação) por parte da própria mulher, o que conhecemos por auto-exploração. Há que realizá-la unicamente uns dias depois de iniciar a menstruação em mulheres que são menstruadas e perante qualquer alteração deve consultar o seu médico. Deve saber que o risco de cancro não é muito comum com estas alterações, mas há que descartar essa hipótese.

Também dispomos de métodos de imagem (exames diagnósticos) que o médico indica quando estão justificados, quando existem alguns sintomas na mulher (descartar ou confirmar um problema) ou quando as mulheres não apresentam sintomas mas que estão na idade de fazer o rastreio do cancro da mama.

Cancro da mama e gravidez

O cancro da mama pode aparecer durante a gravidez, a sua frequência de aparição não aumenta durante a mesma e o problema principal radica pelo facto de durante a gravidez e da amamentação o seio sofrer uma série de alterações que o tornam difícil de avaliar ao tacto e que também aumentam a dificuldade de interpretação de alguns exames diagnósticos, chegando muito a limitar-se o seu uso: como é o caso da mamografia. De todas as maneiras se o cancro aparece durante a gravidez pode-se e deve-se tratar. A gravidez não é por si só um factor que piora o prognóstico da doença.

Durante a gravidez e da amamentação o tratamento do cancro realiza-se da mesma maneira que fora destes períodos, embora, logicamente, alguns tratamentos se evitem até ao momento do parto pelos seus possíveis efeitos sobre o bebé. Inclusivo pode-se planear o adiantamento da data do parto para que esses tratamentos essenciais possam ser feitos. Existem evidências de que alguns agentes quimioterapêuticos se podem utilizar durante os últimos trimestres de gravidez sem que estes tenham consequências negativas para as crianças. A cirurgia pode-se realizar praticamente durante toda a gravidez com as adequadas precauções, já a radioterapia é preferível apenas depois do parto. Actualmente o aborto não faz parte do tratamento, ao contrário do que acontecia há uns anos atrás.

No caso de ter sofrido de cancro antes de ter tido um filho e se deseja poder ter outro no futuro recomenda-se a prevenção da fertilidade extraindo os óvulos e conservando-os, já que os tratamentos podem afectar a fertilidade dos mesmos.

A amamentação depois do cancro

As mulheres que ficam grávidas depois de se terem tratado de um cancro da mama podem amamentar - tendo sempre em conta que apenas se recomenda uma gravidez depois de o médico o autorizar e sempre que os tratamentos estejam finalizados. Apesar de ter conservado o peito que estava doente é possível que, devido aos tratamentos, este tenha muito pouca ou nula produção de leite. No entanto, o peito saudável não deve ter nenhum problema e amamentar não afectará o prognóstico da doença. Unicamente deve-se ter em conta que a amamentação limita a eficácia de alguns exames de controlo habituais que se aconselham às mulheres que já sofrerem de cancro da mama.

Até que se iniciem os tratamentos, que em algumas ocasiões podem modificar a produção de leite, manter a amamentação não prejudica nem a mãe nem o bebé. O cancro não é contagioso e, por isso, embora a criança mame no seio doente não irá contrair a doença nem terá qualquer problema.

Prevenção do cancro

Existem uma série de recomendações recolhidas no publicado europeu contra o Cancro que ajudam a reduzir discretamente o risco e a melhorar as expectativas de um diagnóstico precoce.

Para o cancro da mama o principal é levar uma vida saudável e activa: alimentação equilibrada sem abusar de gorduras animais e com a presença de azeites de origem vegetal, especialmente de azeite; realizar exercício físico regularmente; não ter excesso de peso nem um peso demasiado baixo. Também é bom não consumir um excesso de álcool e evitar tratamentos ou suplementos dietéticos cujo uso não está claramente justificado e evitar, dentro do possível, tratamentos muito prolongados. A exposição a alguns tóxicos e a radiações em doses altas também podem modificar o risco de cancro negativamente.

A gravidez precoce (mais ou menos antes dos 24 anos) e a amamentação prolongada (por volta de uns seis meses) parecem diminuir de forma discreta este risco, mas não é lícito nem ético decidir ter filhos antes por este possível beneficio que é muito pequeno. Somando os vários estilos de vida comentados anteriormente pode-se compensar este discretíssimo aumento do risco.

 


Fecha de actualización: 02-10-2010

Redacción: Irene García

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