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Progesterona na gravidez: para que serve?

Progesterona na gravidez: para que serve?

A progesterona é uma das hormonas mais importantes para a concepção e a gestação. De facto, se os níveis de progesterona de uma mulher são muito baixos, é quase impossível engravidar.

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Índice

 

Progesterona e fertilidade

A progesterona é uma hormona feminina criada durante o ciclo menstrual, na fase luteal, ou seja, a fase em que o ovo é expelido. Esta hormona é libertada para preparar o endométrio para a fertilização.

Quando os níveis desta hormona são muito baixos, o endométrio não é capaz de ajudar o óvulo fertilizado a implantar-se no mesmo, pelo que a gravidez não ocorre. É uma das principais causas da infertilidade feminina.

Contudo, o tratamento para este problema é bastante simples e bem sucedido. Consiste basicamente em fornecer à mulher progesterona (por meio de medicação ou injecções) para que esta atinja níveis normais e o endométrio possa ajudar o óvulo a implantar-se.

 

Progesterona e gravidez

Uma vez que a gravidez ocorre, a progesterona também é importante porque ajuda a prevenir o aborto espontâneo. Durante as primeiras semanas de gravidez, a placenta deve produzir progesterona suficiente para manter o embrião ligado ao útero e permitir o seu crescimento e desenvolvimento.

Por esta razão, as mulheres que tenham sofrido de aborto espontâneo, sintomas de interrupção da gravidez (sangramento, dores fortes...) ou baixos níveis de progesterona, recebem esta hormona durante a gravidez, geralmente até que o perigo tenha passado (cerca da semana 20).

Também é prescrito para prevenir partos prematuros e recomenda-se quando a mulher tem o colo do útero mais curto.

Finalmente, a progesterona desempenha um papel importante durante o período de amamentação, uma vez que ajuda a preparar as glândulas mamárias ao aumentar o tamanho dos seios para a producção de leite. Também aumenta a excreção de sódio e cloro, exerce um efeito relaxante no útero, aumenta as secreções do colo do útero e mantém a vascularização da mucosa uterina.

 

Quando é administrada a progesterona de forma artificial?

Em ginecologia e medicina, há várias situações em que é necessário administrar artificialmente a progesterona para aumentar os níveis da mesma no corpo da mulher:

- Fertilização in vitro: os fármacos administrados durante o tratamento da FIV podem reduzir a capacidade do corpo de produzir progesterona, pelo que é necessário administrá-la para prevenir o aborto espontâneo e assegurar a implantação.

- Risco de aborto: um baixo nível de progesterona pode causar um aborto espontâneo. Portanto, se houver este risco, administra-se a progesterona. Também é prescrita para prevenir partos prematuros ou se a mulher tiver um colo do útero mais curto.

- Alterações na menstruação: se a hemorragia do ciclo menstrual for intensa, a dose de progesterona pode ser aumentada para normalizar a hemorragia.

 

Como é administrada a progesterona?

Há várias maneiras de administrar artificialmente a progesterona:

- Injecções diárias dadas nas nádegas.

- Gel vaginal.

- Supositórios vaginais.

- Comprimidos orais.

 

Há efeitos secundários?

A progesterona administrada de forma artificial é totalmente inofensiva uma vez que é uma hormona que liberta o próprio organismo durante a gestação, razão pela qual não causa danos ao bebé nem afecta o seu desenvolvimento. No entanto, como qualquer medicamento, pode causar certos efeitos secundários que são menores se administrados vaginalmente (os mais habituais na gravidez). Alguns destes efeitos são:

- Dor de cabeça

- Aumento da sensibilidade mamária

- Aumento do corrimento vaginal

- Rinorreia

- Desconforto estomacal (só por via oral)

- Irritabilidade

- Problemas ao urinar

- Sonolência

- Retenção de líquidos

- Náuseas ou tonturas

Se tiver estes sintomas, consulte o seu médico para ver se a sua medicação precisa de ser reduzida ou alterada. No entanto, geralmente não causa problemas mais grandes e os seus benefícios superam os possíveis efeitos.


Huggins-Cooper, Lynn (2005), Maravillosamente embarazada, Madrid, Ed, Nowtilus

Fecha de actualización: 20-05-2021

Redacción: Irene García

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