Pais de vários países europeus reclamam maior atenção aos pacientes prematuros

Pais de vários países europeus reclamam maior atenção aos pacientes prematuros
Partillhar

Os recém-nascidos prematuros representam o maior grupo de pacientes infantis (aproximadamente 10% dos recém-nascidos). No entanto, segundo as Organizações europeias de pais este grupo de pacientes não recebem a atenção que merece. Por isso, apelaram perante o Parlamento Europeu para que se implantem medidas na Europa para reduzir o número de nascimentos prematuros e dar aos lactentes nascidos prematuramente o apoio que estes necessitam.

Este apoio centra-se, principalmente, em poder contar com um cuidado individualizado do bebé nos hospitais que se centre no seu desenvolvimento, que preste atenção aos pais e famílias e que permita o acesso aos bebés nas unidades.

O motivo que levou os pais a esta mobilização na Europa foi a percepção de que o maior grupo de pacientes infantis da Europa recebe pouca ajuda da EU. Por isso, as 17 associações, agrupada através da EFCNI (Fundação Europeia para o Cuidado dos Recém-nascidos, a maior rede de organizações que se dedicam ao cuidado dos recém-nascidos prematuros, assim como um foro para científicos), aprovaram uma declaração de 10 pontos sobre os direitos do prematuro na Europa, que se apresentará ao Parlamento Europeu.

Neste documento pediu-se a todos os grupos regionais, hospitais e instituições deste âmbito que participem no dia da consciencialização sobre os lactentes prematuros, que incluirá visitas abertas a hospitais infantis, entre outras coisas. O objectivo é melhorar, a longo prazo, o cuidado destas crianças e proporcionar ao maior grupo de pacientes infantis da Europa a assistência e o apoio que necessitam.

O documento estrutura-se num decálogo de 10 petições para as crianças prematuras:

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- Dar prioridade às necessidades dos lactentes prematuros e a crianças que nasceram com doenças. Para além disto, proporcionar mais informação à opinião pública sobre elas.

- Elaborar e implantar medidas para prevenir os nascimentos prematuros.

- Elaborar e implantar directrizes médicas para a reanimação dos lactentes prematuros nos hospitais.

- Elaborar e implantar directrizes e níveis de qualidade controlados por um organismo independente para o tratamento e para a assistência nos hospitais dos lactentes prematuros e crianças que nasceram com doenças.

- Melhorar os cuidados especiais posteriores para melhor o desenvolvimento dos lactentes prematuros e das crianças que nasceram com doenças.

- Elaborar e implantar programas e sistemas estruturados para documentar os exames médicos e os cuidados posteriores dos lactentes prematuros e das crianças que nasceram com doenças.

- Melhorar a assistência psicológica e social prestada por profissionais sanitários especializados aos pais de lactentes prematuros e de bebés que nasceram com problemas, tanto no hospital como depois de as crianças terem alta.

- Destinar fundos de investigação para levar a cabo estudos com a finalidade de melhorar o tratamento, a assistência e os resultados neo-natais dos lactentes prematuros e dos bebés que nasceram com doenças.

- Prolongar a baixa por maternidade e as ajudas à maternidade (apoio económico) para os pais dos lactentes prematuros e dos bebés que nasceram com problemas.

- Proporcionar um apoio escolar e educativo apropriado para melhorar o desenvolvimento dos lactentes prematuros e bebés que nasceram com problemas.



Fecha de actualización: 19-10-2009

Redacción: Irene García

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