50% das mulheres estão descontentes com a conciliação do trabalho com a maternidade

50% das mulheres estão descontentes com a conciliação do trabalho com a maternidade
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De acordo com um estudo realizado pela Chicco cerca de 50% das mulheres que trabalham fora de casa dizem que a sua entidade patronal favorece a conciliação da vida laboral com a maternidade.

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De acordo com um estudo realizado pela Chicco cerca de 50% das mulheres que trabalham fora de casa dizem que a sua entidade patronal favorece a conciliação da vida laboral com a maternidade.

Entre as medidas mais comuns adoptadas para atingir este objectivo estão: a flexibilidade horária (52%), as permissões de licenças (52%), os benefícios sociais para as mães com crianças pequenas (24%) e, em menor quantidade, a flexibilidade para trabalhar à distância (11%).

Apesar disto há 38% de mulheres, a trabalhar fora de casa, que pensam que a sua entidade patronal não promove a conciliação do trabalho com a maternidade. Já 22% das mães afirmam que tiveram dificuldade em equilibrar o trabalho com os cuidados do bebé.

No que diz respeito aos motivos para terem filhos as mulheres referem que é importante para a realização pessoal (7 de cada 10), que socialmente dão mais importância a uma mulher com filhos (4 de cada 10) e que ter um filho tem um impacto positivo no relacionamento conjugal (4 de cada 10). Mas o motivo apresentado por um maior número de mulheres, incluindo aquelas que não são mães, é a ideia de que é importante para as crianças terem irmãos (8 de cada 10 mulheres).

O número ideal de filhos continua a ser dois: 73,5% desejam ter dois filhos, 13,5% querem ter mais do que dois e 13% não querem ter filhos. Apesar deste desejo, e de acordo com o estudo, um terço das mulheres assume que gostava de ter tido um filho.

Dentro das razões que mais contribuem para que hoje as mulheres tenham menos filhos estão: a falta de recursos financeiros para a educação, a falta de tempo para cuidar deles correctamente, a falta de equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar e a ideia de que a chegada de um filho pode acarretar mudanças drásticas na vida de uma pessoa.

Actualmente, regista-se uma maternidade cada vez mais tardia, acima dos 30 anos, e quase 45% das mulheres que são mães entre os 39 e os 45 anos têm filhos com menos de 10 anos. Isto porque cerca de 94% das mulheres esperam pelo momento certo, a nível pessoal e profissional, para serem mães.



Fecha de actualización: 07-04-2010

Redacción: Irene García

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