Discriminação sexual: a maternidade como uma das principais causas!

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A maior parte dos casos de discriminação sexual que actualmente acontecem "derivam da maternidade e de uma intolerância absoluta perante ela", segundo explica a psiquiatra e autora do livro "Equilibristas. Entre a maternidade e a profissão", Inmaculada Gilaberte, que considera que a conciliação "é uma assinatura pendente" na vida da mulher que tem que se resolver para que as mulheres "deixem de ter medo de serem mães".

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A gravidez é um momento no qual deve prestar especial atenção ao cuidado dos dentes e das gengivas. As alterações hormonais que o organismo da mulher experimenta durante a gravidez podem a gravidez podem aumentar o risco de que se chegue a desenvolver uma doença gengival.

Neste sentido, para Gilaberte as mulheres "tendem a pensar que a maternidade irá penalizar a sua carreira profissional e que as afastará desse posto ao qual tanto lhes custo a chegar na sociedade". Assim e de acordo com vários estudos uma em cada cinco mulheres não têm o seu primeiro filho antes dos 35 anos. "Esse medo leva-as a arriscarem a sua fertilidade porque esperam até às últimas badaladas do relógio biológico para tomarem a decisão".

Desta forma e de acordo com um estudo realizado recentemente, cerca de 18% das trabalhadoras entrevistadas afirmam que nos seus trabalhos se produzem pressões contra as mulheres por causa da sua maternidade. Já 27% das trabalhadoras que deram à luz no ano passado asseguram que sofreram várias pressões por terem sido mães.

O estudo refere ainda que ao terem o primeiro filho cerca de 10% das mulheres optam por deixar o seu trabalho. Ao serem mães pela segunda vez a percentagem aumenta para 20%. Depois de serem mães pela terceira vez 40% das mães abandonam a sua vida profissional.

"A conciliação laboral é uma necessidade e um direito das trabalhadoras" afirma a psiquiatra Gilaberte. "É fundamental manter uma mínima estabilidade familiar. No entanto, muitas mulheres sentem-se incapazes de desempenhar ambos os papéis, especialmente se as primeiras etapas de crianças dos seus filhos coincidir com um momento ascendente do desenvolvimento profissional. Devemos encontrar um meio-termo de progressão laboral que se adapte ao nosso ciclo vital e no qual entre a maternidade" conclui.



Fecha de actualización: 14-08-2009

Redacción: Irene García

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