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Escolher o sexo do bebé

Escolher o sexo do bebé

Se é possível escolher o sexo da futura criança, por que proibir? A pesar das tentativas de autorizar a livre seleção do sexo em Espanha, proibida pela Lei 14/2006 o 26 de maio sobre técnicas de reprodução humana assistida, ainda continuam proibindo... Será legal algum dia?

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Menino ou menina? Saiba a partir do segundo mês de gravidez!

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“Menino ou menina?”. Junto com a saúde do bebé, essa é uma das primeiras perguntas que se fazem aos futuros pais quando estes recebem a notícia da gravidez. Uma espera interminável até à vigésima semana de gestação para conhecer o sexo do bebé, sempre e quando a postura não o impeça. No entanto, actualmente, podemos começar a comprar roupa para o bebé e decorar o seu quarto a partir do segundo mês de gravidez.

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Iniciativa legislativa para mudar a lei

Há alguns anos, CEFER estimulou uma iniciativa legislativa popular com a finalidade de mudar a normativa que, em opinião do centro médico reprodutivo, "proíbe sem motivo algum exercer o direito que não atenda contra nada nem contra nemguem". O objetivo é se questionar que a possibilidade de escolher que o futuro filho seja menino ou menina, tem uma especial significação para algumas pessoas. "Por experiência, as solicitações que recebemos respondem um desejo muito forte de procurar o equilibro familiar em por exemplo, famílias de três filhos do mesmo sexo", afirma o direitos do CEFER, o Dr. Simón Marina.

Um dos principais argumentos que tem o instituto no texto da ILP para eliminar essa proibição está na ideia que acaba com um direito reprodutivo legítimo, aquele de formar uma família que cada indivíduo considere livre e responsável.

A iniciativa ciudadana apela o fato de que se trata de uma opção pessoal que não afeta o bem comum. Desde CEFER, os promotores argumentam que não produz um desequilibro social entre sexos. Na Espanha não se tem preferência mais por um sexo que por outro.

A Associação Nacional de Clínicas de Reprodução Assistida (ANACER) se suma ao conteúdo da IPL pelo que a entidade que agrupa os principais centros de medicina reprodutiva do país colabora na procura de avais para que a proposição de lei chegue ao Congresso. "É uma causa justa que só afeta aos pais", afirma o porta-voz, doutor José Codesido.

Atualmente, a legislação tipifica como uma infração muito grave "a seleção do sexo com fins não terapêuticos ou terapêuticos não autorizada". Aprova o uso exclusivamente no caso de doença em relação ao gênero como a hemofilia ou a distrofia muscular.

Uma viagem o estrangeiro como única solução

Cada vez é maior a demanda por escolher o sexo do teu futuro filho, apesar de uma porcentagem elevada da população ainda não conhecer essa possibilidade.

Nos últimos anos, CEFER recebeu através dos seus centros na Barcelona, Valência e Lleida um centenário de solicitações para as quais a única possibilidade é viajar alguns dos países onde essa técnica é permitida como nos USA ou México. Essa iniciativa pretende facilitar o acesso á técnica de quem não dispõe dos recursos econômicos suficientes para viajar ao estrangeiro", indica o doutor Marina.

Como selecionar o futuro sexo de um feto?

Para decidir o sexo do futuro bebé é preciso fazer a fecundação in vitro na qual se transfere um embrião do sexo desejado ao útero da mãe. Essa técnica permite conhecer os cromossomos sexuais, mas atualmente é um dado que se oculta ao país para não terem em consideração.

"Numa época na qual a transparência está envolta em nossa realidade não existe razão para não considerar a preferência do casal em relação com o sexo", adiciona o Dr. Codesido.

Um 81% da população concorda com a autorização da eleição do sexo

Um inquérito prévio realizado pelo Instituto de Reprodução CEFER reflexa um estado de opinião favorável que permita escolher o sexo do filho como uma opção pessoal.

Um 81% das pessoas perguntadas, homens e mulheres com e sem filhos, considera absurda a proibição. Dessa forma, um 22% das pessoas perguntadas argumenta que escolheriam o sexo se fosse possível."O estudo ajudou a saber a opinião majoritária da população" conclui o direitor médico CEFER.

O debate está servido.

É possível escolher o sexo do bebé por médios naturais?

Além da seleção dos embriões, é possível escolher o sexo do bebé mediante o método Shettles. Esse método, criado pelos doutores Landrum Shettles e David Rorvik, se basea nas diferenças entre os espermatozóides X e os espermatozóides Y.

Dessa forma, os espermatozóides com o cromossoma Y (masculino) são menores, mais rápidos e mais fracos. Esses espermatozóides exigem condições de mínima adversidade; chegam primeiro mas morrem antes, por isso para comcebir um menino o espermatozóide deve chegar às trompas quase ao mesmo tempo que o óvulo.

Enquanto os espermatozóides com cromossoma X (feminino) são maiores, mais fortes mas menos rápidos. Resistem a condições mais adversas.

Esse método procura combinar o momento da relação sexual com os dias mais ferties para que os espermatozóides que cheguem antes ou ao mesmo tempo que o óvulo às Trompas de Falópio. A relação sexual mais perto ao momento de ovulação terá mais chances de nascer menino enquanto se tens as relações dois dias antes da ovulação, as probabilidade de menino aumentarão. Por isso, para ter uma menino deves evitar ter relações 12 horas antes da ovulação ou usar camisinhas. Uma vez chegado esse momento o casal deverá ter relações só uma vez. Durante a ovulação os fluidos vaginais são amis favorável para ter uma menino porque são alcalinos.

Enquanto para ter uma menina o casal deve evitar ter relações sexuais dois dias antes da ovulação. É recomendável teres relações sexuais depois de ter finalizado o período menstrual, pelo menos 1 dia e até 2 dias antes da ovulação.

Esse método tem um 75% de efetividade e não perdes nada por tentar. Muitas pessoas confirmar ter conseguido.


Fecha de actualización: 16-07-2020

Redacción: Irene García

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