Menino ou menina? Agora pode escolher!

Partillhar

Já tens um menino e agora queres ter uma menina? Já estás cansada de ter meninos e agora queres ter uma menina? Sem a necessidade de recorrer a técnicas médicas de separação in vitro, pode optar por alguns dos métodos que propomos mais à frente. Os seus descobridores asseguram que funcionam. Controle a tua alimentação e o teu período de ovulação e escolha se quer comprar roupa de menino ou de menina durante a futura gravidez.

Método Baretta

Embora pareça uma brincadeira, o certo é que a alimentação pode influenciar o sexo do bebé. De acordo com um estudo levado a cabo pela bioquímica Adriana Baretta, pode-se inclinar a balança a favor de um ou outro sexo do bebé com uma dieta e com um controle da ovulação. Este método baseia-se na maior ou menor presença de quatro minerais na dieta: a relação sódio-potássio sobre cálcio-magnésio. Segundo os alimentos que uma mulher come antes de ficar grávida contenham uma maior ou menor proporção destas substâncias, o bebé terá maior probabilidade (98%) de ser menino ou menina.

Adriana Baretta partiu de outros estudos que observaram a influência que estes minerais têm no metabolismo feminino na hora de se escolher o sexo da criança. Dessa forma, verificou-se que uma elevada proporção de potássio e sódio na alimentação, em conjunto com uma diminuição de cálcio e magnésio, favorecem o espermatozóide Y. Já a relação contrária favorece o espermatozóide X.

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Grávida? Procure a ajuda de uma doula

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Antes de os bebés nascerem em hospitais e dos ginecologistas controlarem todo o processo de uma gravidez era a rede de mulheres que rodeavam a grávida (mães, amigas, vizinhas, etc.) que lhe davam toda a informação e conhecimentos necessários, principalmente na base das experiências vividas. Na sociedade actual, esta transmissão perdeu-se e as mulheres enfrentam a maternidade sozinhas e sem grandes referências. Desta forma, surgiu a figura da doula: mulheres que acompanham durante a gravidez, o parto e o pós-parto.

 

De acordo com os dados desta investigação, realizou-se um estudo retrospectivo sobre 99 mulheres com, pelo menos, dois filhos do mesmo sexo e estabeleceu-se um coeficiente mineral estudando as dietas destas mulheres:

Coeficiente mineral (CM) Sódio + Potássio / Cálcio + Magnésio

Os resultados deste estudo foram: o coeficiente mineral de 84,4% das mulheres que apenas tinham rapazes era superior a 4, o que indica uma presença muito alta de potássio e sódio, e 84% das mulheres que apenas tinham meninas apresentaram um CM inferior a 2, ou seja, um nível baixo de minerais.

Desta maneira, Adriana Baretta desenhou um método comprovado já em 120 mulheres com um êxito de 98%. As mulheres que recorrem a esta prática fazem uma dieta progressiva, durante três meses, antes do momento da concepção. Nesse tempo identificam-se os períodos férteis e o momento exacto da ovulação. Realizam-se análises ao sangue e, se tudo correr bem, pode começar a tentar engravidar. É muito importante cumprir o tempo de preparação, os três meses, já que segundo Baretta “este é o tempo necessário para que o organismo assimile as alterações alimentares e que comece a actuar como filtro a favor do espermatozóide que se deseja favorecer. Para além disso, são necessários três ciclos para que a mulher aprenda o método que comprova com exactidão a sua ovulação”.

Desta forma, durante este período tem tanta importância aquilo que se come como aquilo que não se come. Se há um baixo coeficiente de sódio-potássio e um alto índice de cálcio-magnésio, a tendência é que tenha um rapaz. E para ter uma menina, precisamente o inverso.

Alimentos como os legumes, os frutos secos, os fiambres, o peixe e a fruta favorecem a procriação de meninos. Já os produtos lácteos ajudam muito na gestação de meninas.

No entanto, o método também se baseia no período ovulacional. “Existem diferenças no muco cervical de acordo com cada momento do ciclo, a alcalinidade e a acidez são diferentes e favorecem a permeabilidade dos X ou dos Y. Está demonstrado que os casais que concebem no pico mais alto da ovulação têm maior probabilidade de terem meninos, isto porque os espermatozóides X sobrevivem mais tempo quando os fluidos são mais alcalinos, os Y movimentam-se mais rapidamente e melhor quando os fluidos são mais ácidos” refere Adriana Baretta.

Desta forma, é essencial combinar a alimentação com os períodos da ovulação.

Método Shettles

De acordo com os estudos do Dr. Shettles, os espermatozóides com o cromossoma Y (homem) são mais pequenos, mais rápidos e mais débeis, requerem condições mínimas de adversidade, acolhedoras e alcalinas. Chegam primeiro e morrem rapidamente. O espermatozóide deve chegar às trompas de Falópio quase em simultâneo com o óvulo. Já os espermatozóides de cromossoma X (mulher) são maiores, mais fortes e mais lentos, mais resistentes em condições moderadamente adversas ou ácidas. São mais duradouros e podem esperar uns dias pelo óvulo.

Este método procura combinar o momento da relação sexual com o do ciclo menstrual da mulher. A relação sexual mais próxima do momento da ovulação, trará mais oportunidades de conceber uma menina e se os casais têm relações dois dias antes da ovulação, as probabilidades de nascer um menino aumentam.

A mulher deve estar segura do momento da ovulação e, para chegar a este ponto, deve “estudar” o seu útero, anotando a temperatura basal todos os dias e controlando os dias exactos que dura o seu ciclo, assim como o momento específico da ovulação (alterações da secreção vaginal e temperatura basal).

Alguns truques

Para conseguir um fluido mais ou menos alcalino, a mulher pode fazer uma série de lavagens vaginais: com água e bicarbonato de sódio para conseguir o médio alcalino que tanto favorece os espermatozóides Y; e com água e uma colher de vinagre para conseguir assim o médio ácido.

Também se recomenda que o casal mantenha uma dieta baseada em proteínas para ter um menino e uma dieta rica em lácteos e não ingerir carne para terem uma menina.

Método da tábua Chinesa

Este método, embora careça de uma base científica que demonstre a sua fiabilidade, baseia-se numa tábua elaborada na China há mil anos atrás que diz que o sexo do bebé determina-se mediante a idade da mãe e o mês da concepção do futuro filho. Desta maneira, pode-se escolher o sexo do bebé. Apenas se tem de tentar, de acordo com esta tábua, conceber no mês correspondente ao sexo que se deseja. Se já estiver grávida, esta tábua também serve para conhecer o sexo do bebé que tem na sua barriga.



Fecha de actualización: 30-08-2006

Redacción: Irene García

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